sexta-feira, 22 de junho de 2012
Conferência e apresentação cultural abrem XV Seminário de Inverno de Jornalismo na UEPG
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Polícia Federal completa um ano em Ponta Grossa
Movimento Campos Gerais continua com ações pela DPE na região
Isadora Camargo
Assessora de Comunicação do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual em Ponta Grossa
Movimento pleiteia instalação da AGU em Ponta Grossa
Isadora Camargo
Assessoria de Comunicação do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual em Ponta Grossa
Representantes cobram órgãos federais para Ponta Grossa
O coordenador do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual, Henrique Hennenberg, acredita que é importante a sociedade cobrar por serviços públicos que ainda não estão instalados no município, principalmente, de representantes políticos da cidade ou que tiveram um número significativo de votos na região. "Na reunião com o presidente do TRT PR, nós representamos a sociedade civil pontagrossense, que não pode ser esquecida entre os outros municípios. Por isso buscamos apoio e compromisso com a causa", enfatiza Hennenberg.
Isadora Camargo
Assessoria do Movimento Campos Gerais...de Igual para Igual
Ato público pede construção do Fórum Trabalhista de Ponta Grossa
quarta-feira, 5 de maio de 2010
FICHA LIMPA: Texto principal é aprovado, mas discussão de destaques prossegue hoje (05)
O presidente da Câmara, Michel Temer, definiu a aprovação do projeto como uma demonstração de que "sem um Congresso forte e soberano não há democracia, principalmente quando se trata de um Congresso sensível como o atual."
Já o MCCE, aguarda a finalização da tramitação na Câmara dos Deputados. A direção do movimento é favorável ao texto elaborado por José Eduardo Cardozo. Pontos importantes como o que trata de efeito suspensivo para condenações, foi inclusive discutido com membros do MCCE, antes da apresentação da matéria na Comissão de Constitutição e Justiça (CCJ). O MCCE espera conhecer os doze destaques hoje, antes da votação em plenário, com a expectativa de que o projeto não seja desconfigurado.
O texto original foi proposto pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) em setembro de 2009 e recebeu 1, 6 milhão de assinaturas de apoio, coletadas em todo o país. Ontem, a entidade Avaaz, parceira do MCCE, entregou mais 2 milhões de assinaturas coletadas no site da instituição (www.avaaz.org.)
Fonte: Assessoria de Comunicação SE-MCCE
Expectativa de quarta-feira (5) é a votação de 12 destaques
Depois da aprovação absoluta do projeto de lei da Ficha Limpa, no fim da noite de terça-feira (04), a expectativa se concentra na votação de doze destaques, propostos pelos líderes partidários. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) pretende conhecer as sugestões antes da votação, prevista para o fim do dia. “Estamos em diálogo permanente com os deputados para que a lei aprovada seja a desejada pela sociedade brasileira”, afirmou a diretora da Secretaria Executiva, do MCCE, Jovita José Rosa.
Ainda hoje, o movimento se reúne com alguns senadores que apóiam o projeto, dando continuidade à discussão da matéria para que o Senado vote com rapidez. O MCCE não descarta a chance do projeto ser aprovado e sancionado pelo presidente Lula a tempo de valer para 2010, ou seja até junho. O prazo seria até as convenções partidárias.
Dos 390 deputados que participaram da sessão de ontem, 388 votaram a favor do projeto. Outros 123 parlamentares faltaram à sessão.
Acompanhe abaixo os deputados federais paranaenses que participaram da votação, por estado:
Paraná (PR)
Abelardo Lupion DEM Sim
Alceni Guerra DEM Sim
Alex Canziani PTB Sim
Alfredo Kaefer PSDB Sim
Andre Vargas PT Sim
Assis do Couto PT Sim
Cassio Taniguchi DEM Sim
Cezar Silvestri PPS Sim
Chico da Princesa PR Sim
Dilceu Sperafico PP Sim
Dr. Rosinha PT Sim
Eduardo Sciarra DEM Sim
Giacobo PR Sim
Gustavo Fruet PSDB Sim
Hermes Parcianello PMDB Sim
Luiz Carlos Hauly PSDB Sim
Luiz Carlos Setim DEM Sim
Marcelo Almeida PMDB Sim
Moacir Micheletto PMDB Sim
Nelson Meurer PP Sim
Odílio Balbinotti PMDB Sim
Osmar Serraglio PMDB Sim
Ratinho Junior PSC Sim
Reinhold Stephanes PMDB Sim
Ricardo Barros PP Sim
Rodrigo Rocha Loures PMDB Sim
Takayama PSC Sim
Wilson Picler PDT Sim
Total Paraná: 28
Fonte: Assessoria de Comunicação da SE- MCCE.
sábado, 23 de maio de 2009
Por onde andei
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Influência de Bandeira
Influência de Bandeira
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
A folia termina hoje
As praias ficam lotadas de turistas. O tempo é de batuque, de samba e de liberdade. O carnaval é mesmo um período do ano em que as pessoas liberam a energia e despertam o furor do agito em qualquer lugar que seja, até aqueles que não apreciam a “estação do ano” (pois já virou estação..rs) dão um jeito de descansar e curtir de outras maneiras, formas alternativas, eu diria.
No Brasil a impressão é que se tem que as atividades começam após o carnaval, agora é a hora de tudo começar a voltar a normalidade. Acabou a folia, teoricamente.
Mas o trabalho árduo começou nesses dias para aqueles responsáveis pela limpeza e conservação das mais diversas cidades do país. E como trabalham, rápidos e ágeis, merecem todos os parabéns e respeito dos foliões.
Bom, a vida pode começar porque o sonho do carnaval chega ao fim nesse ano de 2009...
sábado, 7 de fevereiro de 2009
O dom de namorar palavras
E em relação a isso, encontrei um artigo no blog chamado“Logopéia” ( o link está no final da matéria) muito interessante que fala sobre a “Luta Social das Palavras”, um verdadeiro movimento para entender o que as palavras significam “porque as coisas em si não significam nada”. Isso é o que há de inovador e verdadeiro! Excelente abordagem de idéia!Bom, a verdade é que as palavras são com as pessoas. Ou você as ama e as usa ou as odeia e nem as mentaliza! Sem mais...
http://logopeia.wordpress.com/2008/02/22/luta-social-pelo-significado-das-palavras/
A deficiente idéia da estigmatização
Segundo “Indie Blog”, disponível em http://indieposts.blogspot.com/2007/10/cultura-indie.html, o conceito surge na década de 50 nos EUA, para identificar bandas independentes: “Com o tempo foram abreviados para Indie, que agora não se refere só a musica, mas a um estilo de vida que engloba música, moda, comportamento, mito e lugar”.
Mas de onde surge tanta estigmatização? Os estereótipos cansam demais. As “modinhas” são clichês e surgem em uma sociedade que, teoricamente, é plural, onde as culturas divergem e, ao mesmo tempo, fundem-se. Então, questiona-se sobre os preconceitos, que diante dessas “modinhas” tornam-se, cada vez mais, evidentes e mesquinhos, quando a maior preocupação é o porquê buscar certos modelos de vestimenta, estilos, gostos, que a princípio não são nada originais, nem criativos.
Seria dogmático falar em criatividade, que é uma idéia ampla, dependente da individualidade de cada indivíduo, por isso não amplifico a discussão, já que meu objetivo não é esse. O assunto pode ser visto de diversas maneiras sob diferentes aspectos, por isso o critério não é “detonar” um estilo ou discorrer sobre ele, mas sim mostrar como um exemplo rende pano pra manga, podendo servir de base para mais uma reflexão, contraditória, talvez.
O fato é que muita gente pode ter traços da personalidade qualificadas como características que referenciam os indies (não sei por quem e nem por quê), mas nem por isso serem “indies”, é compreensível?! Afinal, já afirmava o jamaicano Stuart Hall, como a identidade de cada um é fragmentada.
No entanto, percebe-se na mídia uma influência contrária a fragmentação. Por exemplo, a abordagem simplista sobre os “indies” feita pelo jornal Folha de S. Paulo, que sugere, pelo menos a mim quando li, uma tipificação dos indivíduos. Quer dizer que agora há passos básicos para se transformar em algo pré-determinado de maneira a se inserir e adequar-se em grupos na sociedade. É, realmente, uma forma de adequação? Não sei. São outros devaneios que vão longe, bem longe.
Logo, não sei o que pensar sobre essas questões. O quanto a estigmatização pode ser grotesca, porém, ao mesmo tempo, o quanto ela se espalha e se torna aceitável entre as pessoas.Caramba! Para quê tanta luta e discussão sobre a preservação das diferenças? Parece tão mais fácil concordar com uma serialização, tão mais cômodo amplificar um conceito e deixá-lo tão efêmero...Aí começa outra viagem.
Para finalizar, a questão não é se ser indie é bom ou ruim. Na verdade, os indies são um exemplo do que está acontecendo com a repercussão das “modinhas” através da deturpação de certos conceitos, palavras, durante as últimas décadas, pelas pessoas, pelos veículos midiáticos, enfim.A crítica às “modinhas” (e isso não é pejorativo) é baseada na esperança de um estímulo para uma influência consciente dessa gama de “novidades” que ascendem, e não uma mera injeção da contemporaneidade, que se prolifera como um vírus e vicia como uma droga.
“Confrontar é sempre mais eficiente”, já dizia Nilson Lage, em seu livro “O Texto da Reportagem”. Sem mais.
Democratizar a mídia: um desafio pendente

O espaço de um canal é nosso. O espectro magnético, ar, por onde as ondas de rádio e TV passam é espaço concedido às empresas da mídia. A discussão sobre a concessão desses espaços tece o ambiente midiático e é recente quanto à aprovação pela democracia dos meios de comunicação .Para mudar o cenário de mecanismos de controle do mercado de comunicação no país, a população deve participar da definição de como e por quem esse espaço deve ser ocupado. Os grupos e movimentos sociais são apoiadores da questão da democratização.A sociedade precisa ser igualitária, já que o acesso, teoricamente, é público. Uma solução para o acesso democrático dos meios são os meios alternativos de comunicação, a chamada mídia independente que é o tipo de mídia que não está sob o controle de grandes grupos de comunicação, e que não está vinculada a compromissos com anunciantes, grupos políticos ou instituições governamentais. Ela vai em contra-mão a Mídia Corporativa (ou "Grande Mídia").A rádio comunitária é um meio alternativo de comunicação constituído através de entidades que tem a concessão legal para transformar em baixa freqüência, sendo seis anos de luta das rádios comunitárias pela outorga de rádio e TV, ou seja, a democratização da comunicação.A questão da democratização acompanha esse tipo de mídia. As emissoras da rede comercial não estão cientes da realidade social, operando na sociedade, porém não abrem espaço para ela. Nesse cenário, o público torna-se alvo da comunicação. Enquanto as rádios comunitárias sobrevivem com o apoio cultural (fonte de renda condizente com as necessidades do veículo, ou menos, mas sempre algo que não caracterize lucro), Mas esse apoio, além de insuficiente, muitas vezes é falho. Existem problemáticas quanto à concessão de rádios na mesma freqüência. Em uma sociedade moderna cheia de aparatos tecnológicos, as rádios comunitárias são colocadas na indigência.As concessões de rádio têm que ser renovadas a cada dez anos e as de TV a cada 15. Duzentos e vinte e cinco processos foram encaminhados para o Senado e apenas 38 renovados. A regulamentação é falha ao fiscalizar tais concessões.Muitas são as reivindicações sobre a democratização da mídia, recentemente, para essa questão ser pautada nas Assembléias Legislativas. É uma discussão técnica e política para identificar o que é preciso ser sanado para que haja maior pluralidade, regionalização e independência.A proposta é que os três sistemas midiáticos: estatal, comercial e comunitário; estejam em equilíbrio ao reformar o sistema de comunicação do país para interesse e participação do povo. O cenário dos meios alternativos de comunicação precisa de força conjunta da sociedade para que esta atividade inicial torne-se realidade, fazendo valer as defesas colocadas em voga.A luta pela democratização está aí: permeando nossos dias. O objetivo é que a sociedade participe ativamente levantando essa bandeira. Não é utopia, não! É uma forma de tentar deixar melhor locus midiático/público no qual todos nós estamos envolvidos ou inseridos (a leitura, aqui, fica a vontade).
Catracas da vida moderna
Conversas sobre a crise
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Liberdade
no viver é um dom
Daqui não
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares
Vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
De que vale ser daqui
De que vale ser daqui
Onde a vida é de sonhar?
Liberdade!
(CAMELO, M.)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Uma homenagem à minha terra
A sempre pacata São Miguel não muda (?). Faço essa pergunta a mim mesmo ultimamente. A cidadezinha do interior paulista, com seus quase 40 mil habitantes, cresce bem vagarosamente. As pessoas vivem um clima histórico, nostálgico: "Ah, como SMA era bom a uns anos atrás"...Conclui que quem sai daqui quer sempre voltar, nem que seja para uma visita apenas (na maioria dos casos), mas volta! Volta e, quando não encontra tudo no lugar, assusta-se e não reconhece mais o lugar, assim como eu, comentando com um amigo um dia desses em uma das raras ocasiões festivas da cidade: "São Miguel não é mais a mesma".
E as reclamações, também, as mesmas de que em São Miguel não há nada para fazer. É verdade, difícil admitir, mas é verdade. Não há uma diversão pública (às vezes me sinto muito velha de espírito) e quando há, sempre tem algum fato para ser a notícia do dia seguinte, então o que era pra ser bom vira uma fofoca momentânea.
Aqui, o carteiro te encontra no meio da rua e fala: "Tenho uma correspondência pra você aqui, pega!", livrando assim de ter o trabalho de ior até a casa daquela pessoa, prático não?!
Só em São Miguel Arcanjo, que tem gente pescando na Lagoa do Guapé. É só aqui que tem Parque do Zizo, que tem Parque Estadual Carlos Botelho, onde a Mata Atlântica é atração e reserva de ar puro, de natureza genuína. É só aqui que o carnaval de rua movimenta, anima todos os habitantes e vira ocasião de participação ativa da população...é lindo de ver, é uma delícia de participar...É aqui que todo mundo te vigia e "cuida" de você com a desculpa de que te viu crescer e tem consideração pelos seus pais...ai, ai. Isso já causou problemas pra tanta gente, tantas risadas...
Bom, é aqui que o convívio é saboroso e aqui é onde alimento a minha saudade.
Apesar de saber que esse não é mais o meu lugar, tenho a certeza de que é para ele que posso sempre voltar e começar tudo de novo...
Um brinde à São Miguel Arcanjo!